Caríssimos(as) leitores(as) deste blog e estudiosos(as) da Doutrina Espírita.
Por motivos outros, retorno a essa atividade no domingo de 14/07/2024.
Caríssimos(as) leitores(as) deste blog e estudiosos(as) da Doutrina Espírita.
Por motivos outros, retorno a essa atividade no domingo de 14/07/2024.
Um bom dia aos (às) leitores(as) deste blog e estudiosos(as) da Doutrina Espírita.
Hoje, por motivo de trabalho, não farei a reflexão desta manhã.
Até o domingo que vem!
Muita paz e alegrias!!
Deixo uma poesia de L. Angel ( meu pseudônimo poético) pra uma reflexão.
PERDOAR É
NECESSÁRIO. ESQUECER, NÃO.
L.
Angel 03/10/2021
A dor da
alma
Reflete
na dor corporal.
Se o
perdão não lhe acalma
A dor aumenta como um grande mal 21/08/2012
Aquele que
perdoa
Obtém o
perdão de Deus.
E no coração
do perdoado ecoa:
"Mais uma chance você
recebeu..." 05/01/2012
Quem ama,
perdoa.
Quem
perdoa, se aproxima.
Se
aproximando, se doa.
Se doando, se sublima! 29/05/2015
Quando a
compreensão vier,
Será mais
fácil "esquecer".
Quanto
antes puder,
Liberta-te para um novo viver. 18/08/2020
Mas a manifestação do Espírito
é dada a cada um, para o que for útil.
Paulo
(I CORÍNTIOS, 12:7).
Com
a revivescência do Cristianismo puro, nos agrupamentos do Espiritismo com
Jesus, verifica-se idêntica preocupação às que torturavam os aprendizes dos
tempos apostólicos, no que se refere à mediunidade.
A
maioria dos trabalhadores na evangelização inquieta-se pelo desenvolvimento
imediato de faculdades incipientes.
Em
determinados centros de serviço, exigem-se realizações superiores às
possibilidades de que dispõem; em outros, sonha-se com fenômenos de grande
alcance.
O
problema, no entanto, não se resume a aquisições de exterior.
Enriqueça
o homem a própria iluminação íntima, intensifique o poder espiritual, através
do conhecimento e do amor, e entrará na posse de tesouros eternos, de modo natural.
Muitos
aprendizes desejariam ser grandes videntes ou admiráveis reveladores, embalados
na perspectiva de superioridade, mas não se abalançam nem mesmo a meditar no
suor da conquista sublime.
Inclinam-se
aos proventos, mas não cogitam do esforço. Nesse sentido, é interessante
recordar que Simão Pedro, cujo espírito se sentia tão bem com o Mestre glorioso
no Tabor, não suportou as angústias do Amigo flagelado no Calvário.
É
justo que os discípulos pretendam o engrandecimento espiritual, todavia, quem
possua faculdade humilde não a despreze porque o irmão mais próximo seja
detentor de qualidades mais expressivas. Trabalhe cada um com o material que
lhe foi confiado, convicto de que o Supremo Senhor não atende, no problema de
manifestações espirituais, conforme o capricho humano, mas, sim, de acordo com
a utilidade geral.
NOSSA REFLEXÃO
A mediunidade foi a
porta da Doutrina Espírita no seio da sociedade necessitada de informações mais
precisas dos ensinamentos do Cristo. Sabemos que o Mestre prometeu enviar o
Consolador que se constituiu no Espiritismo, 1857 anos depois de sua
partida.[1]
Então, a Doutrina foi
colocada à disposição para que as pessoas compreendessem as coisas que o Cristo
não poderia explicar na sua estada entre nós. Isto se deu através da
mediunidade.
O modo como foi
recebido o fenômeno da mediunidade, separou os simpatizantes do Espiritismo em
duas categorias de espíritas: aqueles que viam nos fenômenos uma possibilidade de
crescimento e aqueles que se prendiam tão somente a eles.
O Espírito Erasto
dissertando sobre a missão dos espíritas, nos alertou:
Arme-se a vossa falange de decisão e coragem! Mãos à obra! o arado está pronto; a terra espera; arai! Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que Ele vos confiou; mas atenção! entre os chamados para o Espiritismo muitos se transviaram; reparai, pois, vosso caminho e segui a verdade. Pergunta. – Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho? Resposta. – Reconhecê-los-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-los-eis pelo número de aflitos a que levem consolo; reconhecê-los-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-los-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de sua lei; os que seguem sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória;[2]
Temos, então, que
destacar as características dos que se afastaram. Isto é feito por A. Kardec,
quando trata dos bons espíritas:
Nalguns ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem que o Espírito se desprenda das coisas da Terra; a névoa que os envolve tira-lhes a visão do infinito, donde resulta não romperem facilmente com os seus pendores, nem com seus hábitos, não percebendo haja qualquer coisa melhor do que aquilo de que são dotados. Têm a crença nos Espíritos como um simples fato, mas que nada ou bem pouco lhes modifica as tendências instintivas. Numa palavra: não divisam mais do que um raio de luz, insuficiente a guiá-los e a lhes facultar uma vigorosa aspiração, capaz de lhes sobrepujar as inclinações. Atêm-se mais aos fenômenos do que à moral, que se lhes afigura cediça e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente os iniciem em novos mistérios, sem procurar saber se já se tornaram dignos de penetrar os arcanos do Criador. Esses são os espíritas imperfeitos, alguns dos quais ficam a meio caminho ou se afastam de seus irmãos em crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou então guardam as suas simpatias para os que lhes compartilham das fraquezas ou das prevenções.[3]
Então, é necessário que
tenhamos o cuidado para que nos inspiremos no que pode nos fazer bons espíritas
ou verdadeiros espíritas, que, para A. Kardec, caracterizando mais, ainda, as duas
categorias de espíritas, pode-se dizer que:
Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade (grifos do autor).[4]
Então, é importante que
sejamos zelosos com o contato com a Doutrina Espírita para que possamos
aproveitar o máximo possível dela, tendo em vista nossa evolução espiritual.
Pois, para Emmanuel, nesta mensagem, devemos trabalhar, cada um de nós, com o
que recebemos, convictos “[...] de que o Supremo
Senhor não atende, no problema de manifestações espirituais, conforme o
capricho humano, mas, sim, de acordo com a utilidade geral.”
Que
Deus nos ajude.
Domício.
Um bom dia aos (às) leitores(as) deste blog e estudiosos(as) da Doutrina Espírita.
Hoje, por motivo de trabalho, não farei a reflexão desta manhã.
Até o domingo que vem!
Muita paz e alegrias!!
E perguntou-lhes: E vós, quem dizeis que eu sou?
(LUCAS,
9:20).
Nas
discussões propriamente do mundo, existirão sempre escritores e cientistas
dispostos a examinar o Mestre, na pauta de suas impressões puramente
intelectuais, sob os pruridos da presunção humana.
Esses
amigos, porém, não tiveram contacto com a alma do Evangelho, não superaram os
círculos acadêmicos e nem arriscam títulos convencionais, numa excursão
desapaixonada através da revelação divina; naturalmente, portanto, continuarão
enganados pela vaidade, pelo preconceito ou pelo temor que lhes são peculiares
ao transitório modo de ser, até que se lhes renove a experiência nas estradas
da vida imperecível.
Entretanto,
na intimidade dos aprendizes sinceros e fiéis, a pergunta de Jesus reveste-se
de singular importância.
Cada
um de nós deve possuir opiniões próprias, relativamente à sabedoria e à
misericórdia com que temos sido agraciados.
Palestras
vãs, acerca do Cristo, quadram bem apenas a espíritos desarvorados no caminho
da vida. A nós outros, porém, compete o testemunho da intimidade com o Senhor,
porque somos usufrutuários diretos de sua infinita bondade. Meditemos e
renovemos aspirações em seu Evangelho de amor, compreendendo a impropriedade de
mútuas interpelações, com respeito ao Mestre, porque a interrogação sublime vem
dele a cada um de nós e todos necessitamos conhecê-lo, de modo a assinalá-lo em
nossas tarefas de cada dia.
NOSSA REFLEXÃO
Esse versículo, que
Emmanuel escolheu pra o prompt de sua mensagem, através de Chico Xavier,
ocorreu próximo ao calvário do Mestre.
Chegava o fim de Sua Missão,
entre nós, e Ele precisava deixar costurado com o seus discípulos alguns
entendimentos sobre a sua realidade espiritual junto ao Pai e sua missão reencarnatória
entre nós.
Respondendo à Pedro
sobre a sua realidade dita pelas pessoas comuns e ou religiosas, Ele orientou
sobre o seu sacrifício e a real relação que deveríamos ter com Ele e da
necessidade de cada um carregar sua cruz:
É necessário o filho do homem padecer muitas {coisas}, ser rejeitado pelos anciãos, sumos-sacerdotes e escribas, ser morto e levantar-se no terceiro dia. Ele dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá, e quem perder a sua vida por minha causa, esse a salvará. Porquanto, que benefício tem o homem ao ganhar o mundo inteiro, destruindo a si mesmo ou sofrendo perda? (LUCAS, 9: 22-25).[1]
Sobre a nossa coragem
diante de nossas atribulações (simbolizada pela cruz, que Ele carregou e orientou
que carregássemos a nossa), A. Kardec nos explica que Ele quis dizer, de outro modo,
que devemos suportar
[...] corajosamente as tribulações que sua fé lhe acarretar, dado que aquele que quiser salvar a vida e seus bens, renunciando a mim, perderá as vantagens do Reino dos Céus, enquanto os que tudo houverem perdido neste mundo, mesmo a vida, para que a verdade triunfe, receberão, na vida futura, o prêmio da coragem, da perseverança e da abnegação de que deram prova. Mas aos que sacrificam os bens celestes aos gozos terrestres, Deus dirá: “Já recebestes a vossa recompensa”.[2]
Que tenhamos, então, consciência
dessa cumplicidade espiritual que devemos ter com o Mestre, de modo construtivo,
sem perder de vista a nossa realidade espiritual após a perda do corpo físico,
ou seja, a nova vida futura.[3]
Que Deus nos ajude.
Domício.
Porque não temos que lutar contra
a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra
os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos
lugares celestiais.
Paulo (EFÉSIOS, 6:12).
Segundo
nossas afirmativas reiteradas, a grande luta não reside no combate com o sangue
e a carne, propriamente, mas sim com as nossas disposições espirituais inferiores.
Paulo
de Tarso agiu divinamente inspirado, quando escreveu sua recomendação aos
companheiros de Éfeso.
O
silencioso e incessante conflito entre os discípulos sinceros e as forças da
sombra está vinculado em nossa própria natureza, porquanto nos acumpliciávamos
abertamente com o mal, em passado não remoto.
Temos
sido declarados participantes das ações delituosas nos lugares celestiais.
E,
ainda hoje, entre os fluidos condensados da carne ou nas esferas que lhes são
próximas, agimos no serviço de autorestauração em pleno paraíso.
A
Terra é, igualmente, sublime degrau do Céu.
Quando
alguém se reporta aos anjos caídos, os ouvintes humanos guardam logo a
impressão de um palácio soberbo e misterioso, de onde se expulsam criaturas
sábias e luminosas.
Não
se verifica o mesmo, quando um homem culto se entrega ao assassínio, à frente
de uma universidade ou de um templo?
Geralmente
o observador terrestre relaciona o crime, não se detendo, porém, no exame do
lugar sagrado e venerável em que se consumou.
A
grande luta, a que o Apóstolo se refere, prossegue sem descanso.
As
cidades e as edificações humanas são zonas celestiais. Nem elas e nem as
células orgânicas que nos servem, constituem os poderosos inimigos, e, sim, as
“hastes espirituais da maldade”, com as quais nos sintonizamos através dos
pontos inferiores que conservamos desesperadamente conosco, vastas
arregimentações de seres e pensamentos sombrios que obscurecem a visão humana,
e que operam com sutileza, de modo a não perderem os ativos companheiros de
ontem.
NOSSA REFLEXÃO
Emmanuel, nesta página,
referencia o nosso mundo espiritual na relação com o nosso mundo material. Faz-nos
lembrar que o Brasil foi ressalvado, pelo Espírito Humberto de Campos (Chico
Xavier), na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho (FEB), como sendo a região para a qual
foi transplantada a árvore do evangelho.
Contudo, nesta pátria,
que abriga o maior celeiro religioso cristão do mundo, e nas hostes cristãs, a
luta por, permanência ou não, de orientações da extrema direita que dialoga com
o fascismo, racismo, xenofobia e demais fobias sociais, contrárias ao espírito
da caridade, preconizada pelo Cristianismo/Espiritismo.
Emmanuel, inspirado em
Paulo de Tarso, nos faz lembrar do cuidado de termos em mente que os locais
materiais aos quais temos acesso ou não, não são nossos inimigos, pois se
constituem “zonas celestiais”, como a Terra, por
sua vez, se constitue um “sublime degrau
do Céu”. Para Emmanuel, devemos lutar contra
as “hastes espirituais da maldade”, com as quais nos sintonizamos através dos pontos inferiores que conservamos desesperadamente conosco, vastas arregimentações de seres e pensamentos sombrios que obscurecem a visão humana, e que operam com sutileza, de modo a não perderem os ativos companheiros de ontem.
Esta página de Emmanuel
se vincula, perfeitamente, com outra de sua autoria, no livro Fonte Viva (Guardai-vos dos cães), refletida por nós. Nela, temos as características daqueles que
estão entre nós para conturbar, quais sejam:
São os
adversários sistemáticos do bem.
Atassalham
reputações dignas.
Estimam a
maledicência.
Exercitam
a crueldade.
Sentem
prazer com a imposição tirânica que lhes é própria.
Desfazem
a conceituação elevada e santificante da vida.
Desarticulam
o serviço dos corações bem-intencionados.
Atiram-se,
desvairadamente, à substância das obras construtivas, procurando consumi-Ias ou
pervertê-las.
Vomitam
impropérios e calúnias.
Gritam,
levianos, que o mal permanece vitorioso, que a sombra venceu, que a miséria
consolidou o seu domínio na Terra, perturbando a paz dos servos operosos e
fiéis.
E, quando o micróbio do ódio ou da cólera lhes excita a desesperação, ai daqueles que se aproximam, generosos e confiantes!
Estes são dados a injúrias
e violências, contrárias a bem-aventurança Bem-aventurados os que são brandos
e pacíficos (MATEUS, 5:5; MATEUS,
5:9; MATEUS, 5:21 e 22) [1].
Para A. Kardec, com as máximas contidas no versículos citados acima, “[...]
Jesus faz da brandura, da moderação, da mansuetude, da afabilidade e da
paciência, uma lei. Condena, por conseguinte, a violência, a cólera e até toda
expressão descortês de que alguém possa usar para com seus semelhantes.”[2]
Desse modo, que lutemos
contra os inimigos que ainda se encontram em nós, evitando que se aproximem de
nós, as nuvens (HEBREUS, 12:1) que nos acompanham (especialmente aqueles do
plano espiritual) “[...] e que operam com sutileza,
de modo a não perderem os ativos companheiros de ontem.”
Que Deus nos ajude.
Domício.
Confirmando os ânimos dos
discípulos, exortando-os a permanecer na fé, e dizendo que por muitas
tribulações nos importa entrar no reino de Deus.
(ATOS, 14:22).
O
Evangelho a ninguém engana, em seus ensinamentos.
É
vulgar a preocupação dos crentes tentando subornar as forças divinas. Não será,
no entanto, ao preço de muitas missas, muitos hinos ou muitas sessões psíquicas
que o homem efetuará a sublime aquisição de espiritualidade excelsa.
Naturalmente,
toda prática edificante deve ser aproveitada por elemento de auxilio, no
entanto, compete a cada individualidade humana o esforço iluminativo.
A
Boa-Nova não distribui indulgências a preço do mundo e a criatura encontra
inúmeros caminhos para a ascensão.
Templos
e instrutores se multiplicam e cada qual oferece parcelas de socorro ou assistência,
no serviço de orientação; contudo, a entrada e posse na herança eterna se
verificará através de justos testemunhos.
Isto
não é acidental. É medida lógica e necessária.
Não
se improvisam estátuas raras, sem golpes de escopro, como não se colhe trigo sem
campo lavrado.
Não
poucos aprendizes costumam interpretar certas advertências do Evangelho por
excesso de exortação ao sofrimento, no entanto, o que lhes parece obsessão pela
dor é imperativo de educação da alma para a vida imperecível.
Homem
algum encontrará o estuário infinito das energias divinas, sem o concurso das
tribulações da Terra.
Personalidade
sem luta, na crosta planetária, é alma estreita.
Somente
o trabalho e o sacrifício, a dificuldade e o obstáculo, como elementos de
progresso e auto-superação, podem dar ao homem a verdadeira notícia de sua grandeza.
NOSSA REFLEXÃO
O legado que o Cristo
nos deixou é de grande utilidade quando nos desanimarmos na luta. Ele
apresentou as condições de entrada no Reino de Deus, após o decesso do corpo físico
(Mateus, 22:1 a 14; Mateus, 7:13 e 14; Lucas, 13:23 a 30; Mateus, 7:21 a 23; Mateus,
7:24 a 27; Lucas, 6:46 a 49; Lucas, 12:47 e 48; João, 9:39 a 41)[1].
A perfeição requer muito
esforço e tempo pra ser atingida. Daí, quando A. Kardec ao caracterizar o
verdadeiro espírita, não o designou como um Espírito Perfeito. Senão vejamos: “Reconhece-se
o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega
para domar suas inclinações más.” [2]
Allan Kardec, corroborou
com Paulo, o apóstolo, pois este já se antecipou a ele, quando nos iluminou:
Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam.[3]
Desse modo, independente,
da religião, todos podemos ser verdadeiros cristãos, e em particular, sendo
espíritas.
Sabemos não ser fácil,
a porta estreita preconizada por Cristo, como condição pra entramos no Reino de
Deus.
Por que não é fácil? A.
Kardec nos explica. Corroborando consigo mesmo, quanto à sua definição de
verdadeiro espírita:
Larga é a porta da perdição, porque são numerosas as paixões más e porque o maior número envereda pelo caminho do mal. É estreita a da salvação, porque a grandes esforços sobre si mesmo é obrigado o homem que a queira transpor, para vencer suas más tendências, coisa a que poucos se resignam. É o complemento da máxima: “Muitos são os chamados e poucos os escolhidos.” (grifos nossos).[4]
Que possamos mudar
nosso modo de sentir[5],
contribuindo no dia a dia com os nossos semelhantes, com a natureza e, como
consequência, conosco mesmo, no sentido de podermos receber a credencial pra adentrar
ao reino de Deus..
Que Deus nos ajude.
Domício.